Exigências burocráticas e uma cultura que privilegia a quantidade em vez da qualidade levam cientistas à exaustão – e à malandragem – para garantir bolsas de pesquisa. É o que mostra a matéria a seguir, da revista Superinteressante. Veja também: O que faz um trabalho científico ser original? O tcheco Ján Hoch tinha 16 anosContinuar lendo “Como a indústria dos artigos científicos é péssima para o avanço da ciência”
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30 frases pichadas em Pompeia mostram quão pouco mudamos em 2 mil anos
Se você pensava que foram os adolescentes modernos que inventaram as pichações, os grafites e as inscrições inadequadas nos banheiros públicos, acho melhor rever seus conceitos. Em descobertas recentes, arqueólogos têm documentado grafites e pichações em latim nas paredes das antigas cidades romanas. Boa parte dessas inscrições urbanas se encontram mais bem conservadas na antigaContinuar lendo “30 frases pichadas em Pompeia mostram quão pouco mudamos em 2 mil anos”
Pseudoprofundidade: como falar muito sem dizer nada
Trechos de um artigo do filósofo inglês Stephen Law. Pseudoprofundidade é a arte de soar profundo falando nonsense. Diferente da arte de ser de fato profundo, a arte de soar profundo não é difícil de dominar. Há receitas básicas que podem produzir resultados bem convincentes – bons o bastante para convencer os outros e talvez até aContinuar lendo “Pseudoprofundidade: como falar muito sem dizer nada”
Ortodoxia – Chesterton
Excertos extraídos do livro Ortodoxia, de G. K. Chesterton (1874-1936). Da dificuldade de explicar ou justificar algo de que estamos completamente convencidos É muito difícil defender algo de que se está inteiramente convencido. Se alguém está convencido apenas em parte porque descobriu esta ou aquela prova, consegue facilmente explicá-la. Mas ninguém se sente realmente convencido acercaContinuar lendo “Ortodoxia – Chesterton”
Meritocracia não é um conceito capitalista
Neste breve artigo, Rodrigo da Silva argumenta que a meritocracia não é um conceito capitalista, como geralmente se pensa. Pelo contrário, a meritocracia seria anticapitalista. Uma tese bastante incomum, mas que faz muito sentido. Veja também: Exploração do trabalho Meritocracia não é um conceito capitalista. Pelo contrário. Esse é provavelmente o maior mito econômico deContinuar lendo “Meritocracia não é um conceito capitalista”
Breve definição de filosofia
Filosofia é o estudo das questões fundamentais. Em uma frase curta, essa é a melhor definição que consegui formular, aquela que considero a mais explicativa empregando a menor quantidade possível de palavras. Estendendo-nos um pouco mais, podemos dizer que a filosofia é a dedicação intelectual rigorosa e sistemática aos problemas mais conceituais, às dúvidas maisContinuar lendo “Breve definição de filosofia”
Sobre a morte e o morrer
Celebra-se hoje no Brasil o Dia de Finados, uma data em que milhões de pessoas, muitas delas em visitas aos cemitérios, relembram e homenageiam entes queridos que já se foram. Aproveitando a ocasião, compartilho a crônica abaixo, escrita por Rubem Alves e publicada no jornal Folha de São Paulo do dia 12 de outubro de 2003.Continuar lendo “Sobre a morte e o morrer”
Arrependimentos terminais
Artigo de Marcelo Coelho para o jornal Folha de S.Paulo de 2 de janeiro de 2013. Veja também: Sobre a morte e o morrer Em Antes de Partir, Bronnie Ware, uma cuidadora especializada em doentes terminais fala do que eles mais se arrependem na hora de morrer. Poderia ser uma boa ideia para o finalContinuar lendo “Arrependimentos terminais”
Passagens imorais da Bíblia
Veja também: Quem dividiu a Bíblia em capítulos e versículos?À medida que leio a Bíblia, vou reunindo passagens do Velho Testamento que me chocam e causam grande repulsa. Elas contém supostas ordens explícitas de Deus para a prática de escravidão, torturas, estupros, sequestro e abuso de escravas sexuais, apedrejamentos, chacinas cruéis, massacres de recém-nascidos eContinuar lendo “Passagens imorais da Bíblia”
O que temos a perder
A nossa civilização é mais preciosa e mais frágil do que a maioria das pessoas supõe. É o que defende o médico britânico Theodore Dalrymple no artigo abaixo, publicado originalmente no City Journal no outono de 2001. O texto foi traduzido na íntegra por Aluízio Couto e publicado no portal Crítica na Rede. Veja também: Nossa civilizaçãoContinuar lendo “O que temos a perder”

