A banca sempre vence: o poderoso algoritmo das “bets”

Praticamente todos os dias surge uma nova “bet” com propagandas milionárias anunciando em todos os meios de comunicação possíveis. Somente no Brasil, já existem cerca de 450 sites de apostas esportivas em operação. Juntos, esses sites movimentam anualmente cerca de 150 bilhões de reais, além de patrocinarem 19 dos 20 clubes da série A doContinuar lendo “A banca sempre vence: o poderoso algoritmo das “bets””

Filosofia da economia com Whindersson Nunes

Filósofos e humoristas fazem o mesmo por vias diferentes. A função de ambos é questionar a realidade em níveis fundamentais. A maioria das pessoas vive suas vidas no piloto automático; são vidas atarefadas, corridas ou mesmo fúteis demais para pensar em questões tão elementares e surpreendentemente óbvias. Elas não desfrutam de ócio e perspicácia suficientesContinuar lendo “Filosofia da economia com Whindersson Nunes”

O que explica a ascensão dos humanos?

Essa inquietante pergunta foi o título de uma palestra do professor e historiador israelense Yuval Noah Harari para o TED Londres em 2015. Harari é autor dos best-sellers “Sapiens: uma breve história da humanidade“, “Homo Deus: uma breve história do amanhã” e “21 lições para o século 21“. Segue abaixo a palestra original e umaContinuar lendo “O que explica a ascensão dos humanos?”

Como a indústria dos artigos científicos é péssima para o avanço da ciência

Exigências burocráticas e uma cultura que privilegia a quantidade em vez da qualidade levam cientistas à exaustão – e à malandragem – para garantir bolsas de pesquisa. É o que mostra a matéria a seguir, da revista Superinteressante. O tcheco Ján Hoch tinha 16 anos em 1940, quando perdeu a família nas câmaras de gásContinuar lendo “Como a indústria dos artigos científicos é péssima para o avanço da ciência”

Qual é o seu ikigai?

Artigo do professor Marco Mello no blog Sobrevivendo na Ciência. Na cultura de Okinawa, no Japão, há um conceito muito simples e profundo, com infinitas camadas, conhecido como ikigai (生き甲斐). Em uma tradução aproximada, significa “razão de viver”. Também tem sido traduzido, de maneira bem livre, como “razão pela qual você se levanta de manhã”. No tradutorContinuar lendo “Qual é o seu ikigai?”

Por que políticos mentem?

Trecho de um artigo do economista americano Thomas Sowell. O fato de que muitos políticos de carreira são mentirosos descarados e compulsivos não é apenas uma característica inerente à classe política: é também um reflexo do eleitorado. Quando as pessoas querem o impossível, somente mentirosos e demagogos podem satisfazê-las. Mas quando a realidade se impõe eContinuar lendo “Por que políticos mentem?”

Meritocracia não é um conceito capitalista

Neste breve artigo, Rodrigo da Silva argumenta que a meritocracia não é um conceito capitalista, como geralmente se pensa. Pelo contrário, a meritocracia seria anticapitalista. Uma tese bastante incomum, mas que faz muito sentido. Meritocracia não é um conceito capitalista. Pelo contrário. Esse é provavelmente o maior mito econômico de nosso tempo. Por mais estranhoContinuar lendo “Meritocracia não é um conceito capitalista”

O valor das coisas e das pessoas

Coluna de Alex Castro. Nos países desenvolvidos as coisas são baratas e as pessoas são caras. No Brasil, é o oposto: as coisas são caríssimas, mas as pessoas (ou seja, os serviços que elas prestam) sempre estiveram a preço de banana. Agora, isso está mudando. Para um americano de classe média, a vida do seuContinuar lendo “O valor das coisas e das pessoas”

Amarrando cachorro com linguiça

Artigo de opinião de Alexandre Versignassi na Superinteressante. Dinheiro é uma forma de estocar trabalho: permite que o cara do petshop compre seis pãezinhos sem ter de tosar o cachorro do padeiro. Engenhoso. Mas, para o dinheiro valer dinheiro, não basta ser dinheiro. Ele precisa cumprir dois requisitos básicos: ser uma coisa que todo mundoContinuar lendo “Amarrando cachorro com linguiça”

Como medir a qualidade de uma cidade

Artigo publicado na revista Gangorra para comemorar o Dia Mundial Sem Carro. Quer saber se uma cidade é boa ou ruim? É simples: olhe para fora da janela e tente calcular a proporção de crianças entre as pessoas que estão na rua. A cada 100 pessoas que passam, quantas são crianças caminhando para a escola, pedalando pela rua ou brincandoContinuar lendo “Como medir a qualidade de uma cidade”