Entre a mercantilização do ensino e a exaustão das salas de aula, a resistência da profissão firma-se como um pilar civilizatório contra a superficialidade digital e o obscurantismo. É o que mostra o artigo a seguir, de Everton Fargoni, doutor em educação pela UFSCar, para o blog A Terra é Redonda. Há uma pergunta queContinuar lendo “Por que alguém ainda escolhe ser professor?”
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Sobre a notável prevalência de judeus no prêmio Nobel
Reflexão de Adonai Sant’Anna no blog Matemática e Sociedade. Cerca de 32% da população mundial é de cristãos, de acordo com o Status of Global Christianity da Gordon-Conwell Theological Seminary. Cerca de 65% dos Prêmios Nobel concedidos desde 1901 foram para pessoas que se identicam como cristãos, fossem católicos, protestantes ou ortodoxos. Cerca de 0,2% daContinuar lendo “Sobre a notável prevalência de judeus no prêmio Nobel”
O que se ensina nos cursos de filosofia em Portugal?
Levantamento feito pelo professor Aires Almeida, no seu blog pessoal. Há, salvo engano, oito universidades públicas portuguesas onde se pode estudar filosofia. Escolha é coisa que parece não faltar, até porque os planos curriculares dos cursos são bastante diversificados: há-os mais abertos e mais fechados, mais actuais e mais tradicionalistas, mais contidos e mais abrangentes,Continuar lendo “O que se ensina nos cursos de filosofia em Portugal?”
Efeito Dunning–Kruger: a confiança da incompetência
Reflexão de Aires Almeida. Numa passagem do seu ensaio “O triunfo da estupidez”, de 1933, o filósofo britânico Bertrand Russell afirmou: “A causa principal da dificuldade que enfrentamos é que, no mundo moderno, os estúpidos estão cheios de certezas, ao passo que os inteligentes estão cheios de dúvidas”. Esta é uma afirmação de carácter empírico, certamenteContinuar lendo “Efeito Dunning–Kruger: a confiança da incompetência”
Nostalgia, os velhos tempos e a melhor década de todas
Como você define os bons e velhos tempos? Os especialistas da YouGov perguntaram a 2.000 adultos americanos qual década tinha a melhor e a pior música, filmes, economia e assim por diante, em 20 critérios. Mas nenhum padrão consistente surgiu. Então, olharam para os dados de outra forma, medindo a diferença entre o ano de nascimentoContinuar lendo “Nostalgia, os velhos tempos e a melhor década de todas”
Home office é a maior revolução na forma de viver e trabalhar em séculos
Dois brevíssimos artigos de opinião do economista Ricardo Amorim sobre o tema do home office como tendência para o futuro (publicados originalmente aqui e aqui). De acordo com pesquisa da Universidade de São Paulo (USP) com 1.300 pessoas, 70% gostariam de continuar trabalhando em home office, 19% não gostariam e 11% são indiferentes. Nem todasContinuar lendo “Home office é a maior revolução na forma de viver e trabalhar em séculos”
A banca sempre vence: o poderoso algoritmo das “bets”
Praticamente todos os dias surge uma nova “bet” com propagandas milionárias anunciando em todos os meios de comunicação possíveis. Somente no Brasil, já existem cerca de 450 sites de apostas esportivas em operação. Juntos, esses sites movimentam anualmente cerca de 150 bilhões de reais, além de patrocinarem 19 dos 20 clubes da série A doContinuar lendo “A banca sempre vence: o poderoso algoritmo das “bets””
Quantas pessoas já viveram no mundo até hoje?
Hoje, nosso planeta conta com uma população estimada em cerca de 8 bilhões de habitantes. Mas, se considerássemos todos os seres humanos que já passaram sobre a face da Terra desde o surgimento do Homo sapiens, há cerca de 200 mil anos, quanta gente teria vivido neste mundo? Os demógrafos Carl Haub e Toshiko Kaneda, doContinuar lendo “Quantas pessoas já viveram no mundo até hoje?”
Oito bilhões, e agora?
Especialistas discutem sobre a superpopulação e o futuro do crescimento demográfico no mundo. É o que mostra a matéria a seguir, de José de Paiva Rebouças, publicada originalmente no portal UFRN. Veja também: Quantas pessoas já viveram no mundo até hoje? Em 1804, o mundo contabilizava seu primeiro bilhão de habitantes. O marco, que aconteceContinuar lendo “Oito bilhões, e agora?”
Concurso de popularidade
É claro que não devemos generalizar, mas há algo na natureza humana que faz com que, via de regra, as pessoas mais brilhantes, inteligentes e competentes da sociedade sejam as menos populares. Parece enredo de comédia hollywoodiana, mas é real: desde sempre, o garoto mais estudioso e dedicado da classe sofre bullying, enquanto o maisContinuar lendo “Concurso de popularidade”

