Em clima de Copa do Mundo, trago uma matéria de revista sobre a “pré-história” do futebol, uma crônica bem humorada e um vídeo informativo sobre a evolução dos esquemas táticos no futebol, e uma indicação de livro com reflexões filosóficas em torno da arte da bola. Estou te deixando na cara do gol: faz eContinuar lendo “A pré-história e a evolução tática do futebol”
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Nietzsche em estado puro
O começo de livro mais belo e imponente que já li talvez seja o prólogo de Sobre verdade e mentira no sentido extra-moral, do filósofo alemão Friedrich Nietzsche. Não que eu tenha um apreço especial por essa obra em particular. De Nietzsche, aliás, meu livro favorito é A filosofia na época trágica dos gregos. SóContinuar lendo “Nietzsche em estado puro”
Nossa civilização é mais frágil do que pensávamos
Artigo de Tom Chatfield, escritor e filósofo da tecnologia britânico, para a BBC. Veja também: O que temos a perder Uma das mentes mais brilhantes e proféticas do último meio século, o filósofo americano Daniel Dennett morreu no último dia 19 de abril, aos 82 anos. Ao longo da vida, se atreveu a enfrentar algumas das maioresContinuar lendo “Nossa civilização é mais frágil do que pensávamos”
Conceituário visual de filosofia
Além de filosofia, futebol e fotografia (três das minhas maiores paixões desde sempre), durante uma fase da minha vida fui aficionado também por design gráfico. Nessa época, havia pensado em levar adiante um projeto que me parecia promissor: representar artisticamente os principais argumentos e ideias da história da filosofia na forma de gráficos, tabelas, diagramas,Continuar lendo “Conceituário visual de filosofia”
Julgando o cinema do passado
Cada vez mais o cinema do passado corre o risco de desaparecer. Por quê? É o que responde este artigo de opinião de André Brandão para o site da Brasil Paralelo. Numa entrevista recente, o diretor Steven Spielberg disse que se arrependeu de alterar cenas de E.T.: O Extraterrestre (1982) para o relançamento do filme em 2002.Continuar lendo “Julgando o cinema do passado”
Umberto Eco: por que os livros prolongam nossas vidas?
Crônica de Umberto Eco para o jornal La Nacion, de Roma, publicado em 1991. Tradução para o português brasileiro de Charles Andrade, vulgo eu. Há pouco tempo me entretinha imaginando nossos antepassados que falavam de seus escravos treinados para desenhar caracteres cuneiformes como se fossem computadores modernos. Eu estava entretido, mas não brincando. Quando lemosContinuar lendo “Umberto Eco: por que os livros prolongam nossas vidas?”
Sobre não ser filósofo: Epicteto e o homem comum
Crônica de Robert Lynd (The Living Age, 1930, pp. 570–573).Tradução de Desidério Murcho para o portal Crítica. Veja também: Breve definição de filosofia — Tens lido Epicteto? — Ultimamente, não. — Oh, não deixes de lê-lo. Tommy tem estado a lê-lo pela primeira vez, e está terrivelmente empolgado. Apanhei estas sobras de diálogo da mesaContinuar lendo “Sobre não ser filósofo: Epicteto e o homem comum”
Prof. Clóvis de Barros sobre ter brio intelectual
Nesta fala (recorte de uma aula que viralizou), o Prof. Clóvis de Barros defende que o desenvolvimento intelectual exige enfrentar textos e ideias difíceis em vez de buscar apenas conteúdos fáceis e imediatamente prazerosos. Ele usa o exemplo da leitura de obras filosóficas complexas, como as de Kant, para argumentar que o desconforto diante daContinuar lendo “Prof. Clóvis de Barros sobre ter brio intelectual”
Coleção “Os Pensadores” completa em PDF
Postagem do Renato Barbas no grupo do Facebook “Filosofia em PDF”, que compartilho aqui como utilidade pública. Obrigado pela generosa contribuição! Quando eu estudava filosofia na UFRRJ, só achava na internet a coleção “Os Pensadores” em edições diferentes e incompletos. Resolvi acabar com isso, digitalizar a minha própria coleção e disponibilizar pro pessoal. Tenho aContinuar lendo “Coleção “Os Pensadores” completa em PDF”
O colonialismo cognitivo da comunidade brasileira de filosofia
Artigo de Murilo Seabra, Doutor em Filosofia pela La Trobe University, publicado originalmente no portal da ANPOF. A comunidade acadêmica brasileira de filosofia tende a conferir, numa escala de 0 a 10, em média 0,96 ponto a mais para o mesmo texto quando ele é assinado por um autor fictício francês ao invés de umContinuar lendo “O colonialismo cognitivo da comunidade brasileira de filosofia”

