Mãe explica por que excluiu redes sociais da filha com 2 milhões de seguidores

No mês passado, a médica paulistana Fernanda Rocha Kanner compartilhou em seu Instagram um longo texto no qual justificava a ausência da filha, Nina Rios, de 14 anos, da rede social e também do TikTok. A adolescente já era considerada uma digital influencer com seus quase 2 milhões de seguidores e tinha até dezenas de fã-clubes.Continuar lendo “Mãe explica por que excluiu redes sociais da filha com 2 milhões de seguidores”

Festival da Carne de Cachorro acontece na China apesar dos protestos (veja as fotos)

Veja também: Experimentos científicos macabros realizados pela URSS com cachorros O Festival da Carne de Cachorro (fotos abaixo), realizado todos os anos na cidade de Yulin, no sul da China, acontece de 21 a 30 de junho, que é geralmente uma das épocas mais quentes do ano por lá. Durante dez dias, mais de dez mil cães são comidosContinuar lendo “Festival da Carne de Cachorro acontece na China apesar dos protestos (veja as fotos)”

Uma voz dissidente na pandemia

Veja também:  Linha do tempo da Covid-19 Breve história das pandemias A crise do Coronavírus, por Yuval Harari Na média, intelectuais e acadêmicos tendem a ser menos céticos quanto aos perigos da pandemia de COVID-19 e menos críticos às medidas de prevenção do contágio. Tendem portanto a apoiar mais os decretos de isolamento social eContinuar lendo “Uma voz dissidente na pandemia”

Tolerância e ofensa

Artigo de Desidério Murcho para o jornal Público do dia 22 de janeiro de 2008. A tolerância é uma das noções mais difíceis de compreender. Confunde-se geralmente com o relativismo epistêmico e esta confusão denuncia incapacidade ou até falta de vontade para aceitar a tolerância. Os pensadores pós-modernistas são responsáveis por contaminar a cultura contemporâneaContinuar lendo “Tolerância e ofensa”

Crônicas sobre nossa percepção do tempo

Veja também: Sobre os nomes dos meses e dias da semana Reuni todas essas crônicas em um único post porque elas tratam de um assunto em comum: a nossa percepção do tempo. Não são sobre o tempo propriamente dito, enquanto categoria da física, da cosmologia ou da metafísica. São sobre a maneira como nós oContinuar lendo “Crônicas sobre nossa percepção do tempo”

Meritocracia não é um conceito capitalista

Neste breve artigo, Rodrigo da Silva argumenta que a meritocracia não é um conceito capitalista, como geralmente se pensa. Pelo contrário, a meritocracia seria um conceito anticapitalista. Uma tese bastante incomum, mas que faz muito sentido. Meritocracia não é um conceito capitalista. Pelo contrário. Esse é provavelmente o maior mito econômico de nosso tempo. Por mais estranhoContinuar lendo “Meritocracia não é um conceito capitalista”

Casos famosos de crianças selvagens

Existem muitos casos conhecidos de crianças selvagens. Trata-se de pessoas que foram perdidas ou abandonadas quando ainda eram bebês e, por alguma razão do destino, pura sorte ou providência divina, conseguiram sobreviver mesmo sem ter nenhum contato com outros humanos, sendo criados e alimentados por animais. Essas histórias fantásticas inspiraram muitos filmes no cinema eContinuar lendo “Casos famosos de crianças selvagens”

O valor das coisas e das pessoas

Coluna de Alex Castro. Nos países desenvolvidos as coisas são baratas e as pessoas são caras. No Brasil, é o oposto: as coisas são caríssimas, mas as pessoas (ou seja, os serviços que elas prestam) sempre estiveram a preço de banana. Agora, isso está mudando. Para um americano de classe média, a vida do seuContinuar lendo “O valor das coisas e das pessoas”

Teto social: quantos amigos podemos ter?

A partir de análises feitas com primatas no início da década de 1990, o antropólogo Robin Dunbar, professor de psicologia da Universidade de Oxford, na Inglaterra, estabeleceu uma relação entre o tamanho do neocórtex, a área do cérebro responsável pelo pensamento consciente, e o número máximo de pessoas com quem é viável manter relações sociais. Evidências estatísticas,Continuar lendo “Teto social: quantos amigos podemos ter?”

O que temos a perder

A nossa civilização é mais preciosa e mais frágil do que a maioria das pessoas supõe. É o que defende o médico britânico Theodore Dalrymple no artigo abaixo, publicado originalmente no City Journal no outono de 2001. O texto foi traduzido na íntegra por Aluízio Couto e publicado no portal Crítica na Rede. Sempre que nos informamosContinuar lendo “O que temos a perder”