Entre a mercantilização do ensino e a exaustão das salas de aula, a resistência da profissão firma-se como um pilar civilizatório contra a superficialidade digital e o obscurantismo. É o que mostra o artigo a seguir, de Everton Fargoni, doutor em educação pela UFSCar, para o blog A Terra é Redonda. Há uma pergunta queContinuar lendo “Por que alguém ainda escolhe ser professor?”
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Nossa civilização é mais frágil do que pensávamos
Artigo de Tom Chatfield, escritor e filósofo da tecnologia britânico, para a BBC. Veja também: O que temos a perder Uma das mentes mais brilhantes e proféticas do último meio século, o filósofo americano Daniel Dennett morreu no último dia 19 de abril, aos 82 anos. Ao longo da vida, se atreveu a enfrentar algumas das maioresContinuar lendo “Nossa civilização é mais frágil do que pensávamos”
Substitutos modernos para a religião – Aldous Huxley
Artigo de opinião do escritor inglês Aldous Huxley (1894-1963), publicado originalmente na edição de novembro de 1927 da revista Vanity Fair. Tradução livre de Eder Capobianco. Durante os últimos duzentos ou trezentos anos as religiões do Ocidente decaíram manifestamente. Tem havido altos, é verdade, assim como baixos; mas o movimento descendente predominou, e como resultado estamos vivendo hoje no queContinuar lendo “Substitutos modernos para a religião – Aldous Huxley”
Home office é a maior revolução na forma de viver e trabalhar em séculos
Dois brevíssimos artigos de opinião do economista Ricardo Amorim sobre o tema do home office como tendência para o futuro (publicados originalmente aqui e aqui). De acordo com pesquisa da Universidade de São Paulo (USP) com 1.300 pessoas, 70% gostariam de continuar trabalhando em home office, 19% não gostariam e 11% são indiferentes. Nem todasContinuar lendo “Home office é a maior revolução na forma de viver e trabalhar em séculos”
Uma reforma eleitoral para salvar a política no Brasil
Artigo de opinião do economista Ricardo Amorim. De uns tempos para cá, o sistema político brasileiro tornou-se completamente disfuncional. Não que ele funcionasse às mil maravilhas antes, mas o que era ruim ficou péssimo. O problema não é exclusividade brasileira. Mesmo países onde o sistema político funcionava bem vivem hoje o mesmo problema. Migramos paraContinuar lendo “Uma reforma eleitoral para salvar a política no Brasil”
A fábula do dragão tirano
Nick Bostrom é professor de filosofia na Oxford University e diretor do Future of Humanity Institute. Ele é autor do famoso livro sobre inteligência artificial “Superintelligence: Paths, Dangers, Strategies” e sua pesquisa versa nas área de inteligência artificial, biossegurança, macroestratégia e diversos outros temas voltados à tecnologia. A crônica a seguir vai prender a suaContinuar lendo “A fábula do dragão tirano”
Julgando o cinema do passado
Cada vez mais o cinema do passado corre o risco de desaparecer. Por quê? É o que responde este artigo de opinião de André Brandão para o site da Brasil Paralelo. Numa entrevista recente, o diretor Steven Spielberg disse que se arrependeu de alterar cenas de E.T.: O Extraterrestre (1982) para o relançamento do filme em 2002.Continuar lendo “Julgando o cinema do passado”
O homem cordial e o jeitinho brasileiro
Reflexão de Anderson Paz no Facebook. Em 1936, o sociólogo Sérgio Buarque de Holanda explicou a cordialidade do povo brasileiro. Para ele, o brasileiro é um “homem cordial” porque desenvolve suas relações interpessoais através do afeto. O brasileiro age com o coração. Existe no Brasil uma cultura civil que mistura os âmbitos público e privado.Continuar lendo “O homem cordial e o jeitinho brasileiro”
Oito bilhões, e agora?
Especialistas discutem sobre a superpopulação e o futuro do crescimento demográfico no mundo. É o que mostra a matéria a seguir, de José de Paiva Rebouças, publicada originalmente no portal UFRN. Veja também: Quantas pessoas já viveram no mundo até hoje? Em 1804, o mundo contabilizava seu primeiro bilhão de habitantes. O marco, que aconteceContinuar lendo “Oito bilhões, e agora?”
Maioria dos decretos mais atrapalharam do que ajudaram no combate à pandemia
Enquanto algumas medidas implementadas fizeram todo o sentido no combate à pandemia de covid-19, outras foram claramente burras, autoritárias e inúteis. Arrisco dizer até que a MAIORIA das medidas impostas por decretos mais atrapalharam do que ajudaram no combate à pandemia. Para começar, eu não poderia sintetizar melhor esse sentimento do que o professor eContinuar lendo “Maioria dos decretos mais atrapalharam do que ajudaram no combate à pandemia”

