Coluna de Marcelo Cabral para a revista Unus Mundus. Minha atenção nesta coluna se volta para a virtude da mentalidade-aberta, uma habilidade intelectual que se encontra, marcadamente, na fronteira dos saberes. Ela é ao mesmo tempo (e às vezes pela mesma pessoa) estimada e estigmatizada, perseguida e evitada, louvada e condenada. Eu gosto de serContinuar lendo “A virtude da mente-aberta”
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Substitutos modernos para a religião – Aldous Huxley
Artigo de opinião do escritor inglês Aldous Huxley (1894-1963), publicado originalmente na edição de novembro de 1927 da revista Vanity Fair. Tradução livre de Eder Capobianco. Durante os últimos duzentos ou trezentos anos as religiões do Ocidente decaíram manifestamente. Tem havido altos, é verdade, assim como baixos; mas o movimento descendente predominou, e como resultado estamos vivendo hoje no queContinuar lendo “Substitutos modernos para a religião – Aldous Huxley”
A arte esquecida de perguntar
Coluna de Marcelo Cabral para a revista Unus Mundus. Ano passado tive uma daquelas raras oportunidades que às vezes temos a graça de topar. Estava na universidade de Birmingham, na Inglaterra, para a apresentação de um trabalho, quando um caro amigo que ali também estava propôs a mim e a outro amigo: “Hoje à noiteContinuar lendo “A arte esquecida de perguntar”
Em “Começo conjectural da história humana”, Kant concilia o Gênesis e Darwin
Neste artigo escrito em 1786, o já renomado filósofo Immanuel Kant examina o momento em que o ser humano passa do estado de rudeza animal para o de ser racional. Usando como guia o relato bíblico da queda de Adão e outras passagens do Gênesis, supõe que a ruptura entre o instinto e a razãoContinuar lendo “Em “Começo conjectural da história humana”, Kant concilia o Gênesis e Darwin”
Passagens imorais da Bíblia
Veja também: Quem dividiu a Bíblia em capítulos e versículos?À medida que leio a Bíblia, vou reunindo passagens do Velho Testamento que me chocam e causam grande repulsa. Elas contém supostas ordens explícitas de Deus para a prática de escravidão, torturas, estupros, sequestro e abuso de escravas sexuais, apedrejamentos, chacinas cruéis, massacres de recém-nascidos eContinuar lendo “Passagens imorais da Bíblia”
Sobre “O Nome da Rosa”
A resenha a seguir foi entregue como requisito parcial de avaliação da disciplina “Filosofia da Comunicação”, ministrada pelo professor Dr. Giuseppe Tosi no curso de graduação em Jornalismo da UFPB, em 2011. Assisti três vezes ao filme antes de começar a escrever. E escrever não foi uma opção: foi, antes, algo que eu não podiaContinuar lendo “Sobre “O Nome da Rosa””

