O sultão do Marrocos que teve 888 filhos

O homem com mais filhos de que se tem notícia é o sultão marroquino Moulay Ismail (1672-1727), que possuía um harém com 500 mulheres, entre esposas e concubinas, e gerou um total de 888 filhos (548 rapazes e 340 moças). Ele mandou construir uma cidade para lhe servir de capital, que é por vezes chamada “Versalhes de Marrocos”,Continuar lendo “O sultão do Marrocos que teve 888 filhos”

Crônicas sobre nossa percepção do tempo

Reuni todas estas crônicas em um único post porque elas tratam de um assunto em comum: a nossa percepção do tempo. Não são sobre o tempo propriamente dito, enquanto categoria da física, da cosmologia ou da metafísica. São sobre a maneira como nós o experimentamos, como o percebemos no cotidiano, como lidamos com ele noContinuar lendo “Crônicas sobre nossa percepção do tempo”

Passagens imorais da Bíblia

Veja também: Quem dividiu a Bíblia em capítulos e versículos?À medida que leio a Bíblia, vou reunindo passagens do Velho Testamento que me chocam e causam grande repulsa. Elas contém supostas ordens explícitas de Deus para a prática de escravidão, torturas, estupros, sequestro e abuso de escravas sexuais, apedrejamentos, chacinas cruéis, massacres de recém-nascidos eContinuar lendo “Passagens imorais da Bíblia”

Sobre “Matrix” (1999)

Resenha de Alexandre Machado no blog Problemas Filosóficos. Veja também: Sobre “O Show de Truman” O filme Matrix (1999), apresenta um cenário cético semelhante a outros já imaginados na história da filosofia a fim de argumentar contra a possibilidade do conhecimento do mundo exterior, que conhecemos por meio dos sentidos e que acreditamos ser objetivo.Continuar lendo “Sobre “Matrix” (1999)”

O Twitter e a habilidade de concisão

Depois do Twitter, rede social cuja premissa é dizer algo – não importa o quê – em apenas 140 caracteres, a máxima “menos é mais” nunca fez tanto sentido. Desde que foi criado em 2006, o número de usuários só cresce, assim como a diversidade de usos. Do estilo “querido diário” à literatura concisa, passandoContinuar lendo “O Twitter e a habilidade de concisão”