O professor e historiador Leandro Karnal senta para conversar com a inteligência artificial Claude, da Anthropic. Não para testá-la, nem para se maravilhar com seus truques, mas para entender suas estratégias e seus limites. Neste encontro, ele parte de uma questão simples e antiga: como se deve chamar uma máquina? Do nome nasce todo o resto — oContinuar lendo “Conversa filosófica de Leandro Karnal com uma IA”
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Platão nos alertou sobre o ChatGPT
Muito antes da invenção da imprensa, da internet ou das inteligências artificiais (IAs) generativas, Platão já estava preocupado com o que as novas tecnologias da informação poderiam fazer conosco. A crítica de Sócrates à invenção da escrita no trecho final do diálogo Fedro (274c – 278b) se aplica com muita propriedade ao debate contemporâneo emContinuar lendo “Platão nos alertou sobre o ChatGPT”
A banca sempre vence: o poderoso algoritmo das “bets”
Praticamente todos os dias surge uma nova “bet” com propagandas milionárias anunciando em todos os meios de comunicação possíveis. Somente no Brasil, já existem cerca de 450 sites de apostas esportivas em operação. Juntos, esses sites movimentam anualmente cerca de 150 bilhões de reais, além de patrocinarem 19 dos 20 clubes da série A doContinuar lendo “A banca sempre vence: o poderoso algoritmo das “bets””
Artista brasileiro recria cenário da vila do Chaves em 3D
O artista 3D brasileiro Eric Rister viralizou na internet devido a uma modelagem que recria a vila mais icônica e nostálgica da cultura pop, a famosa vila do seriado Chaves (El Chavo del Ocho), produzida no México e que segue angariando fãs no Brasil desde sua primeira exibição, em meados dos anos 1980. Rister é supervisor emContinuar lendo “Artista brasileiro recria cenário da vila do Chaves em 3D”
Umberto Eco: por que os livros prolongam nossas vidas?
Crônica de Umberto Eco para o jornal La Nacion, de Roma, publicado em 1991. Tradução para o português brasileiro de Charles Andrade, vulgo eu. Há pouco tempo me entretinha imaginando nossos antepassados que falavam de seus escravos treinados para desenhar caracteres cuneiformes como se fossem computadores modernos. Eu estava entretido, mas não brincando. Quando lemosContinuar lendo “Umberto Eco: por que os livros prolongam nossas vidas?”
Crônicas sobre nossa percepção do tempo
Reuni todas estas crônicas em um único post porque elas tratam de um assunto em comum: a nossa percepção do tempo. Não são sobre o tempo propriamente dito, enquanto categoria da física, da cosmologia ou da metafísica. São sobre a maneira como nós o experimentamos, como o percebemos no cotidiano, como lidamos com ele noContinuar lendo “Crônicas sobre nossa percepção do tempo”
Cientistas hackearam computador usando DNA
Parece ficção científica, mas não é: cientistas da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, descobriram que é possível hackear um computador usando DNA. O DNA é basicamente uma forma biológica de guardar informações, as quais podem ser lidas por um computador. Os pesquisadores então programaram um malware (um tipo de vírus) em uma sequência deContinuar lendo “Cientistas hackearam computador usando DNA”
O mundo em que nasci
Minha primogênita nasceu e eu fiquei refletindo sobre o quanto esse mundo em que ela chegou é diferente daquele que eu conheci na infância. Cheguei à conclusão de que sou velho. Para começo de conversa, nascemos em milênios diferentes: eu no segundo e ela no terceiro milênio da era cristã. Além do mais, nascemos emContinuar lendo “O mundo em que nasci”
Sobre “Ela” (Her, 2013)
Resenha de Alexandre Machado no blog Problemas Filosóficos. O filme Ela (Her, 2013) conta a história de Theodore (Joaquin Phoenix), um escritor de cartas que acaba se apaixonando pelo sistema operacional do seu computador, uma inteligência artificial chamada Samantha (cuja voz é emprestada de Scarlett Johansson). Esta simples sinopse já sugere questões filosoficamente interessantes queContinuar lendo “Sobre “Ela” (Her, 2013)”
Sobre “Matrix” (1999)
Resenha de Alexandre Machado no blog Problemas Filosóficos. Veja também: Sobre “O Show de Truman” O filme Matrix (1999), apresenta um cenário cético semelhante a outros já imaginados na história da filosofia a fim de argumentar contra a possibilidade do conhecimento do mundo exterior, que conhecemos por meio dos sentidos e que acreditamos ser objetivo.Continuar lendo “Sobre “Matrix” (1999)”

