Por uma política da racionalidade

Desidério Murcho para O Estado da Arte. Estudos recentes de psicologia cognitiva, popularizados sobretudo por Daniel Kahneman no livro Thinking, Fast and Slow (2011), parecem mostrar que os seres humanos têm como que uma alma dividida: dois sistemas cognitivos que não trabalham propriamente em harmonia, em parte porque um deles é chamado a fazer oContinuar lendo “Por uma política da racionalidade”

Filósofos John Searle e Daniel Dennet falam sobre o mistério da consciência

Os filósofos americanos John Searle e Daniel Dennet, considerados talvez os dois maiores especialistas vivos em filosofia da mente, palestraram no TED sobre aquele que parece ser o principal problema dessa área da filosofia: a consciência. Palestra ministrada pelo professor Dr. João Teixeira, da Universidade Federal de São Carlos-SP (UFSCAR), na universidade do Minho, emContinuar lendo “Filósofos John Searle e Daniel Dennet falam sobre o mistério da consciência”

Como o advento da internet está mudando o funcionamento do cérebro humano

Artigo de Nicholas Carr, publicado originalmente em inglês no portal The Atlantic. Há alguns anos tenho a impressão de que algo vem mexendo com meu cérebro, remapeando os circuitos neuronais, reprogramando a memória. Minha mente está mudando. Não estou mais pensando como costumava pensar. Percebo isso de modo mais acentuado quando estou lendo. Mergulhar num livro,Continuar lendo “Como o advento da internet está mudando o funcionamento do cérebro humano”

Senso-percepção virtual

O desafio de desenvolver próteses motoras mais eficientes, capazes não apenas de obedecer aos comandos do cérebro, como também captar informações sensoriais externas, está mais próximo de ser vencido. Um sistema criado por um pesquisador brasileiro permitiu que macacos movimentassem um braço virtual apenas com o pensamento e, após tocarem objetos mostrados na tela deContinuar lendo “Senso-percepção virtual”

A arte de desfazer nós

Crônica de Helena Beatriz Pacitti para o blog Timilique. Na janela da varanda haviam três cortinas de bambu, daquelas de enrolar e desenrolar. Não sei por qual motivo, se era o vento, o balanço das cordinhas ou algum outro mistério não decifrado, fato é que frequentemente apareciam nós espalhados por toda a extensão dos puxadores. Ao erguerContinuar lendo “A arte de desfazer nós”