Muito antes da invenção da imprensa, da internet ou das inteligências artificiais (IAs) generativas, Platão já estava preocupado com o que as novas tecnologias da informação poderiam fazer conosco. A crítica de Sócrates à invenção da escrita no trecho final do diálogo Fedro (274c – 278b) se aplica com muita propriedade ao debate contemporâneo emContinuar lendo “Platão nos alertou sobre o ChatGPT”
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Daniel Dennett: “Por que nossa civilização é mais frágil do que imaginávamos?”
Artigo de Tom Chatfield, escritor e filósofo da tecnologia britânico, para a BBC. Uma das mentes mais brilhantes e proféticas do último meio século, o filósofo americano Daniel Dennett morreu no último dia 19 de abril, aos 82 anos. Ao longo da vida, se atreveu a enfrentar algumas das maiores questões sobre a mente e a consciênciaContinuar lendo “Daniel Dennett: “Por que nossa civilização é mais frágil do que imaginávamos?””
A resistência é inútil: uma economia política da inteligência artificial
Artigo de Edward Könings publicado originalmente em seu blog pessoal. Um dos temas quentes do século é o rápido desenvolvimento de aplicações de inteligência artificial (IA) e machine learning (ML). Desde o lançamento do Chat GPT pela Open AI em 2022, ficou inegável para o mundo que o desenvolvimento de máquinas com aspectos da inteligência humana estáContinuar lendo “A resistência é inútil: uma economia política da inteligência artificial”
Martha Gabriel no FLOW sobre saber perguntar
Martha Gabriel é escritora, palestrante, engenheira e futurista. Neste trecho de um episódio do Flow Podcast, ela fala sobre a importância de saber perguntar (saber formular bem as perguntas e as buscas) em contextos de busca na internet e chatbots de inteligência artificial, como o ChatGPT. Num mundo cada vez mais tecnológico e conectado, elaContinuar lendo “Martha Gabriel no FLOW sobre saber perguntar”
Por uma política da racionalidade
Desidério Murcho para O Estado da Arte. Estudos recentes de psicologia cognitiva, popularizados sobretudo por Daniel Kahneman no livro Thinking, Fast and Slow (2011), parecem mostrar que os seres humanos têm como que uma alma dividida: dois sistemas cognitivos que não trabalham propriamente em harmonia, em parte porque um deles é chamado a fazer oContinuar lendo “Por uma política da racionalidade”
