Nativos digitais não sabem buscar conhecimento na internet, diz OCDE

A familiaridade dos adolescentes atuais com a tecnologia, que faz deles nativos digitais, não os torna automaticamente habilitados para compreender, distinguir e usar de modo eficiente o conhecimento disponível na internet. Pelo contrário, os dados sugerem que eles são, em grande parte, incapazes de compreender nuances ou ambiguidades em textos, localizar materiais confiáveis em buscasContinuar lendo “Nativos digitais não sabem buscar conhecimento na internet, diz OCDE”

Uma voz dissidente na pandemia

Veja também:  Linha do tempo da Covid-19 Breve história das pandemias A crise do Coronavírus, por Yuval Harari Na média, intelectuais e acadêmicos tendem a ser menos céticos quanto aos perigos da pandemia de COVID-19 e menos críticos às medidas de prevenção do contágio. Tendem portanto a apoiar mais os decretos de isolamento social eContinuar lendo “Uma voz dissidente na pandemia”

Pessoas ignorantes em política devem ter o direito de votar?

Artigo de opinião do professor e cientista político português João Pereira Coutinho para o jornal Folha de S.Paulo do dia 27 de setembro de 2016. Vamos ser honestos? A democracia não é o melhor regime político. Você sabe disso. Muitas vezes, as maiorias elegem governos incompetentes, mentirosos, corruptos e autoritários. Então surge a pergunta: Devemos concederContinuar lendo “Pessoas ignorantes em política devem ter o direito de votar?”

Epistemologia de um vestido polêmico

Um assunto banal como a cor de um vestido mobilizou milhões de pessoas, gerou muita polêmica e sacudiu a internet esta semana. E o mais interessante: fez muita gente sem nenhuma experiência em filosofia sair do senso comum e discutir epistemologia! A foto do vestido postada numa rede social viralizou de tal modo que foi parar emContinuar lendo “Epistemologia de um vestido polêmico”

História da informática em reportagens

As reportagens exibidas abaixo são verdadeiros marcos para a história da informática. Todas são do tempo de escrever em máquina de datilografia, estudar na enciclopédia empoeirada da biblioteca, rebobinar a fita antes de devolver à locadora, juntar a família para “bater um retrato” e depois levar o filme “36 poses” da câmera para revelar.