Platão nos alertou sobre o ChatGPT

Muito antes da invenção da imprensa, da internet ou das inteligências artificiais (IAs) generativas, Platão já estava preocupado com o que as novas tecnologias da informação poderiam fazer conosco. A crítica de Sócrates à invenção da escrita no trecho final do diálogo Fedro (274c – 278b) se aplica com muita propriedade ao debate contemporâneo emContinuar lendo “Platão nos alertou sobre o ChatGPT”

Nostalgia, os velhos tempos e a melhor década de todas

Como você define os bons e velhos tempos? Os especialistas da YouGov perguntaram a 2.000 adultos americanos qual década tinha a melhor e a pior música, filmes, economia e assim por diante, em 20 critérios. Mas nenhum padrão consistente surgiu. Então, olharam para os dados de outra forma, medindo a diferença entre o ano de nascimentoContinuar lendo “Nostalgia, os velhos tempos e a melhor década de todas”

O que acontece com nossas contas de rede social quando morremos

Artigo de Selin Girit e Grujica Andric para a BBC. Há mais de dois anos, o marido de Hayley Smith, Matthew, morreu de câncer aos 33 anos. E ela ainda luta para saber o que fazer com as contas dele nas redes sociais. “Algumas pessoas não sabem que Matthew faleceu, ainda veem seu aniversário eContinuar lendo “O que acontece com nossas contas de rede social quando morremos”

Umberto Eco: por que os livros prolongam nossas vidas?

Crônica de Umberto Eco para o jornal La Nacion, de Roma, publicado em 1991. Tradução para o português brasileiro de Charles Andrade, vulgo eu. Há pouco tempo me entretinha imaginando nossos antepassados que falavam de seus escravos treinados para desenhar caracteres cuneiformes como se fossem computadores modernos. Eu estava entretido, mas não brincando. Quando lemosContinuar lendo “Umberto Eco: por que os livros prolongam nossas vidas?”

Crônicas sobre nossa percepção do tempo

Reuni todas estas crônicas em um único post porque elas tratam de um assunto em comum: a nossa percepção do tempo. Não são sobre o tempo propriamente dito, enquanto categoria da física, da cosmologia ou da metafísica. São sobre a maneira como nós o experimentamos, como o percebemos no cotidiano, como lidamos com ele noContinuar lendo “Crônicas sobre nossa percepção do tempo”

10 fatos curiosos sobre os sonhos

Os sonhos são uma das experiências mais misteriosas e interessantes das nossas vidas. As histórias que vivemos durante o sono intrigam especialistas e curiosos. Na busca de explicações para esse fenômeno, descobriu-se uma série de curiosidades que vale a pena compartilhar. Veja abaixo uma lista com 10 fatos curiosos sobre os sonhos, compilados pelo blog MegaContinuar lendo “10 fatos curiosos sobre os sonhos”

Já é possível modificar memórias e apagar medos

Artigo de Caroline Barrueco para o blog Noosfera. Em um experimento feito na Universidade de Amsterdã, a professora de psicologia Merel Kindt encontrou uma maneira eficaz de “apagar” medos sem danificar a estrutura do cérebro. Para entender a pesquisa, primeiro precisamos entender como as memórias funcionam. Muitos neurônios estão envolvidos na formação de uma determinadaContinuar lendo “Já é possível modificar memórias e apagar medos”

Vivendo e desaprendendo

Crônica bem-humorada de Luis Fernando Verissimo, extraída do livro Comédias para se ler na escola (Rio de Janeiro: Objetiva, 2008). Eu sabia fazer pipa e hoje não sei mais. Duvido que se hoje pegasse uma bola de gude conseguisse equilibrá-la na dobra do dedo indicador sobre a unha do polegar, quanto mais jogá-la com a precisãoContinuar lendo “Vivendo e desaprendendo”

Grande Edgar!

Crônica bem-humorada de Luis Fernando Verissimo, extraída do livro As Mentiras que os Homens Contam (Rio de Janeiro: Objetiva, 2001). Já deve ter acontecido com você. — Não está se lembrando de mim? Você não está se lembrando. Procura, freneticamente, em todas as fichas armazenadas na memória o rosto dele e o nome correspondente, eContinuar lendo “Grande Edgar!”

História da informática em reportagens

As reportagens a seguir são verdadeiros marcos na história da informática. Todas são do tempo de escrever em máquina de datilografia, estudar na enciclopédia empoeirada da biblioteca, rebobinar a fita antes de devolver à locadora, juntar a família para “bater um retrato” e levar o filme “36 poses” da câmera para revelar.