O começo de livro mais belo e imponente que já li talvez seja o prólogo de Sobre verdade e mentira no sentido extra-moral, do filósofo alemão Friedrich Nietzsche. Não que eu tenha um apreço especial por essa obra em particular. De Nietzsche, aliás, meu livro favorito é A filosofia na época trágica dos gregos. SóContinuar lendo “Nietzsche em estado puro”
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Newton da Costa e a audácia de errar por conta própria
Artigo de Samuel Maia, mestre em filosofia pela UFMG, e Júlio César, doutorando em filosofia e lógica também pela UFMG, para o Le Monde Diplomatique. Em 16 de abril faleceu aos 94 anos Newton da Costa, notável filósofo, lógico e matemático brasileiro. Sua contribuição mais conhecida se deu no campo da lógica, onde foi umContinuar lendo “Newton da Costa e a audácia de errar por conta própria”
A refutação universal de todos os sistemas filosóficos
Crônica atribuída ao filósofo, matemático e lógico americano — e, nas horas vagas, também mágico e pianista — Raymond Smullyan (1919-2017). Certa vez, um filósofo teve o seguinte sonho. Primeiro apareceu-lhe Aristóteles, e nosso filósofo lhe disse: “Você pode me fazer um esboço sintético de quinze minutos sobre toda a sua filosofia?” Para surpresa doContinuar lendo “A refutação universal de todos os sistemas filosóficos”
Prof. Clóvis de Barros no FLOW sobre filosofia da astrofísica
Trecho do Flow Podcast no qual o professor Dr. Clóvis de Barros Filho (USP) reflete sobre a origem do cosmos e outros temas de filosofia da astrofísica a partir de um insight genial de Anaximandro de Mileto (610-546 a.C.). Veja também: Prof. Clóvis de Barros sobre ter brio intelectual
Isaac Newton criou teoria da gravidade durante pandemia da peste bubônica
Longe de Cambridge e da epidemia que deixou 100 mil mortos, o cientista ainda encontrou tempo para iniciar seus estudos sobre cálculo e óptica. É o que mostra a matéria a seguir, publicada ontem na página da revista Galileu, com informações dos jornais Open Culture, The Guardian e The Washington Post. Sentindo-se ocioso durante a quarentena? QueContinuar lendo “Isaac Newton criou teoria da gravidade durante pandemia da peste bubônica”
Os manuscritos de Leonardo da Vinci
O caderno traz anotações científicas, textos pessoais, gráficos e diagramas, sem uma ordem específica. Um típico caderno de anotações. Quer dizer, não muito típico porque era de Leonardo da Vinci, que escreveu tudo de trás para frente, no seu famoso estilo de escrita espelhado, entre 1478 e 1518, em Florença, na Itália, enquanto nosso país era descobertoContinuar lendo “Os manuscritos de Leonardo da Vinci”
Pensar por si mesmo
Texto do filósofo alemão Arthur Schopenhauer (1788-1860), extraído do livro A Arte de Escrever (Porto Alegre: L&PM, 2012). Veja também: Sobre a leitura e os livros | Sobre a erudição e os eruditos A mais rica das bibliotecas, quando desorganizada, não é tão proveitosa quanto uma modesta, mas bem ordenada. Do mesmo modo, uma grande quantidade de conhecimentos, quando não elaboradaContinuar lendo “Pensar por si mesmo”
Teoria da gravitação: o fundo de verdade na história da maçã de Isaac Newton
Artigo de Steve Connor para o jornal The Independent de 18 de janeiro de 2010. É uma das anedotas mais famosas da história da ciência. O jovem Isaac Newton está sentado em seu jardim, quando uma maçã cai em sua cabeça e, num lampejo de genialidade, ele de repente inventa sua teoria da gravidade. A história éContinuar lendo “Teoria da gravitação: o fundo de verdade na história da maçã de Isaac Newton”
Carta de recomendação de John Nash
É costume nos EUA que alunos excepcionais sejam indicados pelos professores às melhores universidades com cartas de recomendação. Um exemplo é esta, redigida em 11 de fevereiro de 1948 e dirigida à Universidade de Princeton, especificamente ao professor Lefschetz, do Departamento de Matemática. Assinada pelo professor Richard Duffin, do Instituto de Tecnologia de Carnegie, emContinuar lendo “Carta de recomendação de John Nash”
Artur Avila é o primeiro brasileiro a conquistar a Medalha Fields, o “Nobel da matemática”
Alguns dizem que a Medalha Fields é o equivalente do Prêmio Nobel para a matemática. Outros dizem que é ainda mais valiosa, pois é concedida apenas a cada 4 anos e só premia pesquisadores que se destacaram antes de completar 40 anos – o que os obriga, necessariamente, a ter algo de prodigioso. Seja como for,Continuar lendo “Artur Avila é o primeiro brasileiro a conquistar a Medalha Fields, o “Nobel da matemática””

