O professor e historiador Leandro Karnal senta para conversar com a inteligência artificial Claude, da Anthropic. Não para testá-la, nem para se maravilhar com seus truques, mas para entender suas estratégias e seus limites. Neste encontro, ele parte de uma questão simples e antiga: como se deve chamar uma máquina? Do nome nasce todo o resto — oContinuar lendo “Conversa filosófica de Leandro Karnal com uma IA”
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De que é feito o universo?
A composição do Universo ainda é um grande mistério. Cerca de 95% do cosmo é formado por algo cuja natureza desconhecemos: matéria escura e energia escura. Essa aparente ignorância, contudo, resulta de um feito notável da ciência e, para alguns, indica uma nova e profunda revolução em nossa visão do mundo. É o que mostra oContinuar lendo “De que é feito o universo?”
Marcelo Gleiser no Canal Livre
Entrevista de Marcelo Gleiser, professor de física e astronomia da Universidade de Dartmouth, nos Estados Unidos, ao programa Canal Livre, da TV Band. Na ocasião, ele falou sobre a probabilidade e as consequências de existir vida fora da Terra, sobre a relação entre ciência e religião, e sobre os limites éticos da ciência. Palestra proferida duranteContinuar lendo “Marcelo Gleiser no Canal Livre”
Pesquisadores brasileiros tentam decifrar o enigmático Manuscrito Voynich
Físicos brasileiros utilizaram uma técnica de análise de textos desenvolvida por eles para estudar o manuscrito Voynich, um livro misterioso supostamente escrito no início do século 15 em um alfabeto desconhecido. A esperança é que a descoberta ajude a decifrar o texto, considerado um dos mais enigmáticos do mundo. Por meio de ferramentas estatísticas avançadas,Continuar lendo “Pesquisadores brasileiros tentam decifrar o enigmático Manuscrito Voynich”
Sobre “O Nome da Rosa”
A resenha a seguir foi entregue como requisito parcial de avaliação da disciplina “Filosofia da Comunicação”, ministrada pelo professor Dr. Giuseppe Tosi no curso de graduação em Jornalismo da UFPB, em 2011. Assisti três vezes ao filme antes de começar a escrever. E escrever não foi uma opção: foi, antes, algo que eu não podiaContinuar lendo “Sobre “O Nome da Rosa””

