Amazônia ganha marca oficial inspirada no design do rio

Identidade visual inédita foi inspirada nas formas naturais desenhadas pelo próprio rio Amazonas para criar uma tipografia exclusiva e reforçar imagem global. Um dos territórios mais ricos, plurais e simbólicos do mundo, a Amazônia Legal Brasileira ganha, pela primeira vez, uma marca própria oficial. Fruto da parceria entre a Rotas Amazônicas Integradas (RAI) e aContinuar lendo “Amazônia ganha marca oficial inspirada no design do rio”

Ouça a música mais antiga do mundo

Esta canção dedicada a Nikkal, deusa hurrita da lua, é a peça musical mais antiga para a qual temos tanto a letra quanto as notas musicais que a acompanham. A obra foi escrita em tábuas de argila há cerca de 3500 anos e descoberta por arqueólogos na década de 1950 nas ruínas da antiga cidadeContinuar lendo “Ouça a música mais antiga do mundo”

Substitutos modernos para a religião – Aldous Huxley

Artigo de opinião do escritor inglês Aldous Huxley (1894-1963), publicado originalmente na edição de novembro de 1927 da revista Vanity Fair. Tradução livre de Eder Capobianco. Durante os últimos duzentos ou trezentos anos as religiões do Ocidente decaíram manifestamente. Tem havido altos, é verdade, assim como baixos; mas o movimento descendente predominou, e como resultado estamos vivendo hoje no queContinuar lendo “Substitutos modernos para a religião – Aldous Huxley”

Sobre a escrita e o estilo

Texto do filósofo alemão Arthur Schopenhauer (1788-1860), extraído do livro A Arte de Escrever (Porto Alegre: L&PM, 2012). Antes de tudo, há dois tipos de escritores: aqueles que escrevem em função do assunto e os que escrevem por escrever. Os primeiros tiveram pensamentos que lhes parecem dignos de ser comunicados; os outros precisam de dinheiro e por isso escrevem. Pensam apenasContinuar lendo “Sobre a escrita e o estilo”

Sobre a leitura e os livros

Texto do filósofo alemão Arthur Schopenhauer (1788-1860),extraído do livro A Arte de Escrever (Porto Alegre: L&PM, 2012). Quando lemos, outra pessoa pensa por nós: apenas repetimos seu processo mental, do mesmo modo que um estudante, ao aprender a escrever, refaz os traços que seu professor fizera a lápis. Quando lemos, somos dispensados em grande parte do trabalho deContinuar lendo “Sobre a leitura e os livros”

Relatos de autocirurgias

Em 1959, Leonid Rogozov, recém-graduado em medicina, foi imediatamente aceito para fazer residência como cirurgião. No entanto, seus estudos foram adiados devido à viagem à Antártida em setembro de 1960 como médico da expedição soviética à estação Novolazarevskaya. Durante a expedição, aconteceu um evento que fez com que o médico de 27 anos se tornasseContinuar lendo “Relatos de autocirurgias”

Ortodoxia – Chesterton

Excertos extraídos do livro Ortodoxia, de G. K. Chesterton (1874-1936). Da dificuldade de explicar algo de que estamos completamente convencidos Fica muito difícil defender algo de que se está inteiramente convencido. Se alguém está convencido apenas em parte porque descobriu esta ou aquela prova da coisa, consegue facilmente explicá-la. Mas ninguém se sente realmente convencido acercaContinuar lendo “Ortodoxia – Chesterton”

Poema com palíndromos

O poema a seguir é de minha autoria, muito embora eu não tenha criado nenhum destes versos. Após reunir os melhores palíndromos* que encontrei em língua portuguesa (126 no total), isolados e espalhados por diversas fontes, meu trabalho consistiu apenas em organizá-los, dispondo-os numa ordem lógica de modo a dar-lhes algum sentido semântico. Gostei doContinuar lendo “Poema com palíndromos”

Cartas de Amor – Rubem Alves

“Todas as cartas de amor são ridículas. Não seriam cartas de amor se não fossem ridículas.” (F. P.) Tenho no meu escritório a reprodução de uma das telas mais delicadas que conheço: “Mulher lendo uma carta”, de Johannes Vermeer (1632-1675). Uma mulher, de pé, lê uma carta. O seu rosto está iluminado pela luz daContinuar lendo “Cartas de Amor – Rubem Alves”