A carta do cacique Seattle

Em 1854, o cacique Seattle, da tribo Suquamish, enviou esta carta ao então presidente dos Estados Unidos, Francis Pierce, depois de o Governo haver dado a entender que pretendia comprar o território ocupado por aqueles índios, no oeste do país. A carta tem mais de um século e meio, mas o desabafo do cacique é incrívelmente atual.Continuar lendo “A carta do cacique Seattle”

Carta de recomendação de John Nash

É costume nos EUA que alunos excepcionais sejam indicados pelos seus professores às melhores universidades com cartas de recomendação. Um exemplo disso é esta carta abaixo, redigida em 11 de fevereiro de 1948 e dirigida à Universidade de Princeton, especialmente à pessoa do professor Lefschetz, do departamento de matemática. Assinada pelo professor Richard Duffin, do InstitutoContinuar lendo “Carta de recomendação de John Nash”

Cartas de Amor – Rubem Alves

“Todas as cartas de amor são ridículas. Não seriam cartas de amor se não fossem ridículas.” (Fernando Pessoa) Tenho no meu escritório a reprodução de uma das telas mais delicadas que conheço: “Mulher lendo uma carta”, de Johannes Vermeer (1632-1675). Uma mulher, de pé, lê uma carta. O seu rosto está iluminado pela luz da janela.Continuar lendo “Cartas de Amor – Rubem Alves”

Conselhos póstumos de um bom pai

Quando soube que tinha poucos meses de vida por causa de um câncer, o professor de gramática inglês Paul Flanagan só pensou em seus filhos, Thomas e Lucy. Em vez de sentir piedade de si mesmo ou entregar-se à tristeza, ele usou seus últimos dias para tentar ser um bom pai – mesmo à distância.Continuar lendo “Conselhos póstumos de um bom pai”