O valor das coisas e das pessoas

Nos países desenvolvidos, as coisas são baratas e as pessoas são caras. No Brasil, é o oposto: as coisas são caríssimas, mas as pessoas (ou seja, os serviços que elas prestam) sempre estiveram a preço de banana. Agora, isso está mudando. É o que mostra a coluna a seguir, de Alex Castro, para o PapoContinuar lendo “O valor das coisas e das pessoas”

Teto social: quantos amigos podemos ter?

A partir de estudos com primatas no início da década de 1990, o antropólogo Robin Dunbar, da Universidade de Oxford, na Inglaterra, estabeleceu uma relação entre o tamanho do neocórtex, a área do cérebro responsável pelo pensamento consciente, e o número máximo de indivíduos com quem é viável manter relações sociais. Evidências estatísticas, como o númeroContinuar lendo “Teto social: quantos amigos podemos ter?”

O que temos a perder

A nossa civilização é mais preciosa e mais frágil do que a maioria das pessoas supõe. É o que defende o médico britânico Theodore Dalrymple no artigo abaixo, publicado originalmente no City Journal no outono de 2001. O texto foi traduzido na íntegra por Aluízio Couto e publicado no portal Crítica na Rede. Veja também: Nossa civilizaçãoContinuar lendo “O que temos a perder”

Segurança privada

Crônica bem-humorada de Luis Fernando Verissimo, extraída do livro Comédias para se ler na escola (Rio de Janeiro: Objetiva, 2008). O ponto de venda mais forte do condomínio era a sua segurança. Havia as mais belas casas, os jardins, os playgrounds, as piscinas, mas havia, acima de tudo, segurança. Toda a área era cercada por um muroContinuar lendo “Segurança privada”

Estamos “amarrando cachorro com linguiça”

Artigo de opinião de Alexandre Versignassi na Superinteressante. Dinheiro é uma forma de estocar trabalho: permite que o cara do petshop compre seis pãezinhos sem ter de tosar o cachorro do padeiro. Engenhoso. Mas, para o dinheiro valer dinheiro, não basta ser dinheiro. Ele precisa cumprir dois requisitos básicos: ser uma coisa que todo mundoContinuar lendo “Estamos “amarrando cachorro com linguiça””

Reportagem de 1994 relata um Brasil sem TV e eletricidade

Abandonei o curso de jornalismo por um motivo muito simples: os textos jornalísticos não resistem ao tempo. Uma notícia incrivelmente bem escrita hoje, na qual o jornalista investiu muito tempo, esforço e talento, estará velha amanhã. Os textos jornalísticos relatam acontecimentos, e estes estão sempre presos ao tempo em que aconteceram. Passam-se os dias e aquela reportagemContinuar lendo “Reportagem de 1994 relata um Brasil sem TV e eletricidade”

O imbecil juvenil

Artigo de opinião de Olavo de Carvalho para o Jornal da Tarde em abril de 1998. Já acreditei em muitas mentiras, mas há uma à qual sempre fui imune: aquela que celebra a juventude como uma época de rebeldia. Não dei crédito a essa patacoada nem mesmo quando, jovem eu próprio, ela me lisonjeava. Bem ao contrário, desde cedoContinuar lendo “O imbecil juvenil”