Poema com palíndromos

O poema a seguir é de minha autoria, muito embora eu não tenha criado nenhum destes versos. Após reunir os melhores palíndromos* que encontrei em língua portuguesa (126 no total), isolados e espalhados por diversas fontes, meu trabalho consistiu apenas em organizá-los, dispondo-os numa ordem lógica de modo a dar-lhes algum sentido semântico. Gostei doContinuar lendo “Poema com palíndromos”

Origem de algumas expressões populares brasileiras

  Extraídas dos livros De onde vêm as palavras, de Deonísio Silva (1997); e O Dialeto Caipira, de Amadeu Amaral (1982). Uai: Há controvérsias quanto à origem desse típico dialeto caipira, muito falado nos estados de Minas Gerais e Goiás. Para o filólogo Amadeu Amaral (1875-1929), essa expressão, que indica surpresa ou dúvida, teria surgido da mudança daContinuar lendo “Origem de algumas expressões populares brasileiras”

Os 20 livros mais vendidos da história

Não foi fácil montar essa lista. Para alguns livros, como os clássicos antigos, é muito difícil calcular o número de exemplares vendidos, pois na época ainda não havia o conceito de comprar um livro, o que não significa que eles não foram reproduzidos milhões de vezes. Outros títulos acabam sendo difíceis de se contar porContinuar lendo “Os 20 livros mais vendidos da história”

Por que ler os clássicos?

Crônica de Camila Kehl publicada no Diário de Canoas. Os clássicos se tornam clássicos por uma série de razões. Mesmo pertencendo a uma época, eles são atemporais. O fato de se passar em determinado período ou pincelar sobre determinado acontecimento histórico não faz com que uma obra fique datada, estigmatizada e, dentro de alguns anos, ultrapassada – sóContinuar lendo “Por que ler os clássicos?”

O poder da vírgula

Crônica de Martha Medeiros publicada no jornal Zero Hora em 2008. A Associação Brasileira de Imprensa (ABI) completou 100 anos e aproveitou para lançar uma campanha muito útil a todos os brasileiros, não só aos jornalistas. Ela defende o uso correto da vírgula. Todas as pessoas alfabetizadas escrevem. E-mails, bilhetes, cartões, teses, contratos, receitas, blogs… Algumas escrevemContinuar lendo “O poder da vírgula”

Muletas e chavões de texto

Se eu leio coisas em seu texto como: Confira Esbanja [algo] Não é para menos Não poderia deixar de [verbo] É isso mesmo: [afirmação pseudo-bombástica qualquer] É isso mesmo:  [informação repetida] Só para você ter uma ideia: são mais de [algo] Já imaginou/pensou [algo]? – como introdução de texto “O mesmo” – em lugar de nome eContinuar lendo “Muletas e chavões de texto”

Crônicas de Luis Fernando Verissimo

SEGURANÇA O ponto de venda mais forte do condomínio era a sua segurança. Havia as mais belas casas, os jardins, os playgrounds, as piscinas, mas havia, acima de tudo, segurança. Toda a área era cercada por um muro alto. Havia um portão principal com muitos guardas que controlavam tudo por um circuito fechado de TV. Só entravamContinuar lendo “Crônicas de Luis Fernando Verissimo”

As proezas de João Grilo

Estes versos são talvez os mais famosos e icônicos da literatura de cordel. Lembro que meu avô lia isso pra mim na infância (boa parte ele apenas recitava, pois sabia de cor). A autoria é do cordelista paraibano João Martins de Athayde (1880-1959). O personagem João Grilo foi quem inspirou o protagonista homônimo de “O Auto daContinuar lendo “As proezas de João Grilo”

Pesquisadores brasileiros tentam decifrar o enigmático Manuscrito Voynich

Físicos brasileiros utilizaram uma técnica de análise de textos desenvolvida por eles para estudar o manuscrito Voynich, um livro misterioso supostamente escrito no início do século 15 em um alfabeto desconhecido. A esperança é que a descoberta ajude a decifrar o texto, considerado um dos mais enigmáticos do mundo. Por meio de ferramentas estatísticas avançadas,Continuar lendo “Pesquisadores brasileiros tentam decifrar o enigmático Manuscrito Voynich”

Um pouco distraído – Fernando Sabino

Ando um pouco distraído ultimamente. Alguns amigos mais velhos sorriem, complacentes, e dizem que é isso mesmo, costuma acontecer com a idade, não é distração: é memória fraca mesmo, insuficiência de fosfato. O diabo é que me lembro cada vez mais de coisas que deveria esquecer: dados inúteis, nomes sem significado, frases idiotas, circunstâncias ridículas,Continuar lendo “Um pouco distraído – Fernando Sabino”