Não foi fácil montar essa lista. Para alguns livros, como os clássicos antigos, é muito difícil calcular o número de exemplares vendidos, pois na época ainda não havia o conceito de comprar um livro, o que não significa que eles não foram reproduzidos milhões de vezes. Outros títulos acabam sendo difíceis de se contar porContinuar lendo “Os 20 livros mais vendidos de todos os tempos”
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Por que ler os clássicos?
Artigo de Camila Kehl para o Diário de Canoas. Os clássicos se tornam clássicos por uma série de razões. Mesmo pertencendo a uma época, são atemporais. O fato de se passar em um período ou acontecimento histórico não faz com que uma obra fique datada, estigmatizada e, dentro de alguns anos, ultrapassada – só contribui para agregar valorContinuar lendo “Por que ler os clássicos?”
O poder da vírgula
Crônica de Martha Medeiros publicada no jornal Zero Hora em 2008. A Associação Brasileira de Imprensa (ABI) completou 100 anos e aproveitou a ocasião para lançar uma campanha muito útil a todos, não só aos jornalistas. Ela defende o uso correto da vírgula. Todas as pessoas alfabetizadas escrevem. E-mails, bilhetes, cartões, teses, contratos, receitas, blogs… Algumas escrevemContinuar lendo “O poder da vírgula”
Muletas e chavões de texto
Se eu leio coisas em seu texto como: Confira Esbanja [algo] Não é para menos Não poderia deixar de [verbo] É isso mesmo: [afirmação pseudo-bombástica qualquer] É isso mesmo: [informação repetida] Só para você ter uma ideia: são mais de [algo] Já imaginou/pensou [algo]? – como introdução de texto “O mesmo” – em lugar de nome eContinuar lendo “Muletas e chavões de texto”
Da origem das anedotas
Crônica bem-humorada de Luis Fernando Verissimo, extraída do livro Comédias para se ler na escola (Rio de Janeiro: Objetiva, 2008). Veja também: Filosofia do humor Um dos mistérios da vida é: de onde vêm as anedotas? O enigma da criação da anedota se compara ao enigma da criação da matéria. Em quase todas as teorias conhecidasContinuar lendo “Da origem das anedotas”
O suicida e o computador
Crônica bem-humorada de Luis Fernando Verissimo, extraída do livro Comédias para se ler na escola (Rio de Janeiro: Objetiva, 2008). Depois de fazer o laço da forca e colocar uma cadeira embaixo, o escritor sentou-se em sua mesa de trabalho, ligou o computador e digitou: “No fundo, no fundo, os escritores passam o tempo todo redigindoContinuar lendo “O suicida e o computador”
Tintim por tintim
Crônica bem-humorada de Luis Fernando Verissimo, extraída do livro Comédias para se ler na escola (Rio de Janeiro: Objetiva, 2008). Durante alguns anos, o “tintim” me intrigou. “Tintim por tintim”: o que queria dizer aquilo? Imaginei que fosse alguma misteriosa medida de outros tempos que sobrevivera ao sistema métrico, como a braça, a légua, etc. OutroContinuar lendo “Tintim por tintim”
O feminino de sexo
Crônica bem-humorada de Luis Fernando Verissimo, extraída do livro Comédias para se ler na escola (Rio de Janeiro: Objetiva, 2008). – Pai… – Hmmm? – Como é o feminino de sexo? – O quê? – O feminino de sexo. – Não tem. – Sexo não tem feminino? – Não. – Só tem sexo masculino? – É.Continuar lendo “O feminino de sexo”
As proezas de João Grilo
Estes versos são talvez os mais famosos e icônicos de toda a literatura de cordel. Lembro que meu avô lia isso pra mim na infância (boa parte ele apenas recitava, pois sabia de cor). A autoria é do cordelista paraibano João Martins de Athayde (1880-1959). O personagem João Grilo foi quem inspirou o protagonista homônimo de “OContinuar lendo “As proezas de João Grilo”
Pesquisadores brasileiros tentam decifrar o enigmático Manuscrito Voynich
Físicos brasileiros utilizaram uma técnica de análise de textos desenvolvida por eles para estudar o manuscrito Voynich, um livro misterioso supostamente escrito no início do século 15 em um alfabeto desconhecido. A esperança é que a descoberta ajude a decifrar o texto, considerado um dos mais enigmáticos do mundo. Por meio de ferramentas estatísticas avançadas,Continuar lendo “Pesquisadores brasileiros tentam decifrar o enigmático Manuscrito Voynich”

