O feminino de sexo

Crônica bem-humorada de Luis Fernando Verissimo, extraída do livro Comédias para se ler na escola (Rio de Janeiro: Objetiva, 2008). – Pai… – Hmmm? – Como é o feminino de sexo? – O quê? – O feminino de sexo. – Não tem. – Sexo não tem feminino? – Não. – Só tem sexo masculino? – É.Continuar lendo “O feminino de sexo”

Grande Edgar!

Crônica bem-humorada de Luis Fernando Verissimo, extraída do livro As Mentiras que os Homens Contam (Rio de Janeiro: Objetiva, 2001). Já deve ter acontecido com você. — Não está se lembrando de mim? Você não está se lembrando. Procura, freneticamente, em todas as fichas armazenadas na memória o rosto dele e o nome correspondente, eContinuar lendo “Grande Edgar!”

A futurologia de Murilo Gun

Série de vídeos produzida pelo humorista, palestrante e metido a futurólogo Murilo Gun sobre o futuro dos jornais, dos livros, dos idiomas, do Facebook, do celular, do videogame, da televisão, do carro, da indústria e dos crimes. Por fim, uma palestra dele no TEDx Fortaleza sobre o futuro da propriedade e do consumo e outra na qual ele conta o queContinuar lendo “A futurologia de Murilo Gun”

Reportagem de 1994 relata um Brasil sem TV e eletricidade

Abandonei o curso de jornalismo por um motivo muito simples: os textos jornalísticos não resistem ao tempo. Uma notícia incrivelmente bem escrita hoje, na qual o jornalista investiu muito tempo, esforço e talento, estará velha amanhã. Os textos jornalísticos relatam acontecimentos, e estes estão sempre presos ao tempo em que aconteceram. Passam-se os dias e aquela reportagemContinuar lendo “Reportagem de 1994 relata um Brasil sem TV e eletricidade”

Este texto tem mil palavras

Como você pode ver, uma garotinha está deitada displicentemente no colo de um senhor bem velhinho e bem simpático. Ela parece um anjo. Loirinha, cabelo castanho-claro, encaracolado, nariz e boca perfeitos, ar inteligente e sadio, uma dessas crianças que a gente vê em anúncios. Pelo jeito deve ter uns três ou quatro anos, não maisContinuar lendo “Este texto tem mil palavras”

Não consigo mais ler livros

Crônica de Wagner Brenner no blog Update or Die. Não consigo mais ler livros. Não que eu não queira: simplesmente não consigo. Sou um leitor, desde que me entendo por gente. Sempre li muito e continuo lendo. Mas de uns anos para cá, ler compulsivamente na internet tem causado um efeito colateral que ainda não consigo explicar muito bem.Continuar lendo “Não consigo mais ler livros”

O Twitter e a habilidade de concisão

Depois do Twitter, rede social cuja premissa é dizer algo – não importa o quê – em apenas 140 caracteres, a máxima “menos é mais” nunca fez tanto sentido. Desde que foi criado em 2006, o número de usuários só cresce, assim como a diversidade de usos. Do estilo “querido diário” à literatura concisa, passandoContinuar lendo “O Twitter e a habilidade de concisão”