Crônica bem-humorada de Luis Fernando Verissimo, extraída do livro Comédias para se ler na escola (Rio de Janeiro: Objetiva, 2008). – Pai… – Hmmm? – Como é o feminino de sexo? – O quê? – O feminino de sexo. – Não tem. – Sexo não tem feminino? – Não. – Só tem sexo masculino? – É.Continuar lendo “O feminino de sexo”
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Vivendo e desaprendendo
Crônica bem-humorada de Luis Fernando Verissimo, extraída do livro Comédias para se ler na escola (Rio de Janeiro: Objetiva, 2008). Eu sabia fazer pipa e hoje não sei mais. Duvido que se hoje pegasse uma bola de gude conseguisse equilibrá-la na dobra do dedo indicador sobre a unha do polegar, quanto mais jogá-la com a precisãoContinuar lendo “Vivendo e desaprendendo”
A arte de produzir fome – Rubem Alves
Adélia Prado me ensina pedagogia: “Não quero faca nem queijo, quero é fome”. O comer queijo não começa com o queijo. O comer queijo começa com a fome de queijo. Se não tenho fome de queijo, é inútil ter queijo. Mas se tenho fome de queijo e não tenho queijo, dou um jeito de arranjarContinuar lendo “A arte de produzir fome – Rubem Alves”
Sobre a prática de infanticídio em algumas tribos indígenas da Amazônia
Hoje é dia das crianças. Quero aproveitar a data para alertar sobre um triste fato do nosso Brasil: Enquanto a maioria das crianças brasileiras ganha presentes hoje, uma minoria indefesa está sendo cruelmente assassinada em aldeias indígenas. Fiquei chocado quando li numa reportagem da Folha de São Paulo que o terrível costume de enterrar crianças vivasContinuar lendo “Sobre a prática de infanticídio em algumas tribos indígenas da Amazônia”
Conselhos póstumos de um bom pai aos seus filhos
Quando soube que tinha poucos meses de vida por causa de um câncer, o professor de gramática inglês Paul Flanagan só pensou em seus dois filhos, Thomas e Lucy. Em vez de sentir pena de si mesmo ou entregar-se à tristeza, ele usou seus últimos dias para tentar ser um bom pai, mesmo ausente. PaulContinuar lendo “Conselhos póstumos de um bom pai aos seus filhos”

