Como medir a qualidade de uma cidade

Artigo publicado na revista Gangorra para comemorar o Dia Mundial Sem Carro. Quer saber se uma cidade é boa ou ruim? É simples: olhe para fora da janela e tente calcular a proporção de crianças entre as pessoas que estão na rua. A cada 100 pessoas que passam, quantas são crianças caminhando para a escola, pedalando pela rua ou brincandoContinuar lendo “Como medir a qualidade de uma cidade”

A arte de produzir fome – Rubem Alves

Adélia Prado me ensina pedagogia: “Não quero faca nem queijo; quero é fome”. O comer não começa com o queijo. O comer começa na fome de queijo. Se não tenho fome, é inútil ter queijo. Mas se tenho fome de queijo e não tenho queijo, dou um jeito de arranjar queijo. Sugeri, faz muitos anos,Continuar lendo “A arte de produzir fome – Rubem Alves”

Sobre a prática de infanticídio em algumas tribos indígenas da Amazônia

Hoje é dia das crianças. Quero aproveitar a data para alertar sobre um triste fato do nosso Brasil: Enquanto a maioria das crianças brasileiras ganha presentes hoje, uma minoria indefesa está sendo cruelmente assassinada em aldeias indígenas. Fiquei pasmo quando li numa matéria da Folha que o terrível costume indígena de enterrar crianças vivas – ouContinuar lendo “Sobre a prática de infanticídio em algumas tribos indígenas da Amazônia”

Conselhos póstumos de um bom pai

Quando soube que tinha poucos meses de vida por causa de um câncer, o professor de gramática inglês Paul Flanagan só pensou em seus filhos, Thomas e Lucy. Em vez de sentir piedade de si mesmo ou entregar-se à tristeza, ele usou seus últimos dias para tentar ser um bom pai – mesmo à distância.Continuar lendo “Conselhos póstumos de um bom pai”