De onde vem a moralidade?

De onde vem a moralidade? Quem ou o quê orienta nossos padrões morais? Como foi estabelecido o prumo pelo qual determinamos o que é certo e o que é errado? Razão? Evolução? Consciência? Natureza humana? Utilitarismo? Peter Kreeft, professor de filosofia do Boston College, discute estas questões neste vídeo da Prager University.


O ser humano é naturalmente bom? – Dennis Prager

Há pelo menos duas questões importantes e fundamentais que você precisa responder na vida. A primeira é: “Deus existe?”. A segunda é: “As pessoas são naturalmente boas?”. Sua resposta para a segunda questão moldará praticamente toda a sua ideologia moral, social e política – até mais do que se você acredita em Deus. Esta é a razão pela qual um cristão e um ateu que têm a mesma visão sobre a natureza humana quase sempre possuem também a mesma ideologia moral, social e política.

Vou dar um exemplo. Você provavelmente já escutou a frase “A pobreza leva ao crime”. Se você acredita que as pessoas são naturalmente boas, você provavelmente acredita que a pobreza, a desigualdade social, a intolerância ou alguma outra força externa levam as pessoas a cometerem crimes violentos. É a única maneira que você encontra para dar sentido ao fato de que algumas pessoas cometem crimes apesar de sua natureza ser essencialmente boa. Algum fator externo certamente os inclinou a isso. Mas se você não acredita que as pessoas são naturalmente boas, é bem mais provável que você culpe o próprio criminoso por suas ações, em vez de forças externas.

Numa sociedade que acredita que as pessoas são naturalmente boas, os pais não empenham todos os esforços possíveis na educação dos filhos. Afinal, se já nascemos bons, por que teríamos que ensinar a bondade? Por outro lado, aqueles que não acreditam que nascemos com toda essa bondade entendem que os pais e a sociedade precisam empreender grandes esforços para transformar crianças em bons adultos.


O significado dos dez mandamentos

Esta série de vídeos curtos explica de maneira clara e simples o significado de cada um dos dez mandamentos, os quais seriam uma síntese da lei moral de Deus para a humanidade. Ela mostra como o decálogo foi e continua sendo importante para a formação e o progresso moral da nossa civilização, e como cada um dos dez mandamentos continuam relevantes para o mundo contemporâneo.


“A verdade é, claramente, que a rigidez dos Dez Mandamentos é uma evidência, não da obscuridade e estreiteza da religião, mas, ao contrário, da sua liberalidade e humanidade. É mais econômico afirmar as coisas proibidas do que as permitidas: precisamente porque muitas coisas são permitidas e apenas poucas proibidas.” (Chesterton)


Os Dez Mandamentos

Primeiro Mandamento

Segundo Mandamento

Terceiro Mandamento

Quarto Mandamento

Quinto Mandamento

Sexto Mandamento

Sétimo Mandamento

Oitavo Mandamento

Nono Mandamento

Décimo Mandamento

 

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