Muito cedo para decidir – Rubem Alves

Crônica de Rubem Alves em resposta a uma estudante que lhe escreveu angustiada por não saber qual curso escolher na inscrição do vestibular. O texto foi extraído do livro Estórias de quem gosta de ensinar: o fim dos vestibulares (São Paulo, 1995). Gandhi se casou menino. Foi casado menino. Foram os adultos que assinaram o contrato. Os dois sequerContinuar lendo “Muito cedo para decidir – Rubem Alves”

A complicada arte de ver – Rubem Alves

Crônica de Rubem Alves publicada no jornal Folha de S.Paulo do dia 26/10/2004. Ela entrou, deitou-se no divã e disse: “Acho que estou ficando louca”. Eu fiquei em silêncio aguardando que ela me revelasse os sinais da sua loucura. “Um dos meus prazeres é cozinhar. Vou para a cozinha, corto as cebolas, os tomates, osContinuar lendo “A complicada arte de ver – Rubem Alves”

A Pipoca – Rubem Alves

Crônica de Rubem Alves publicada no jornal Correio Popular de 29 de agosto de 1999. A culinária me fascina. De vez em quando eu até me até atrevo a cozinhar. Mas o fato é que sou mais competente com as palavras que com as panelas. Por isso tenho mais escrito sobre comidas que cozinhado. Dedico-mo a algo queContinuar lendo “A Pipoca – Rubem Alves”

A arte de desfazer nós

Crônica de Helena Beatriz Pacitti para o blog Timilique. Na janela da varanda haviam três cortinas de bambu, daquelas de enrolar e desenrolar. Não sei por qual motivo, se era o vento, o balanço das cordinhas ou algum outro mistério não decifrado, fato é que frequentemente apareciam nós espalhados por toda a extensão dos puxadores. Ao erguerContinuar lendo “A arte de desfazer nós”